mas é lá no campo, que admite sentir-se mais livre e senhor do seu tempo.
E, tem sido por aqui, que vamos divulgando "retalhos" da vida artística deste compositor e cantor alentejano,
para que os interessados usufruam de informação diversa... das palavras dos poetas que o inspiram... e de algumas das suas criações musicais...
Janita no FMM - Sines
A reportagem fotográfica de Catarina Limão - Planeta 3 - Antena 3...
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Janita Salomé no FMM 2009 - Sines
«Vinho dos Amantes» é o título do mais recente trabalho discográfico e do próximo espectáculo que Janita Salomé levará no dia 22 de Julho, ao palco do Castelo de Sines, no âmbito da 11ª edição do prestigiado Festival Músicas do Mundo (FMM), cuja organização tem a chancela da Câmara Municipal de Sines.
Segundo as palavras do próprio artista, «Vinho dos Amantes (enquanto trabalho discográfico) é o resultado daquilo que foi a minha existência, a minha vida, porque nada daquilo que faço, relacionado com a música, está separado daquilo que é a minha existência. A música que faço é o resultado dos livros que leio, dos amigos que tenho, das viagens que faço, dos sons que me rodeiam, daquilo que observo e daquilo que me surpreende».
Ora, parafraseando Charles Baudelaire – no dia 22 de Julho de 2009, – «o espaço será esplêndido / Sem freio, sem esporas, sem rédea,» rumo «a um céu mágico e divino!».
A proposta é para uma noite de encontro entre culturas ibéricas, o que faz dela a maior noite lusófona da história do festival, em que além de Janita Salomé actuarão o jovem quarteto Trilhos, o grupo Acetre, de Olivença, que traz a Sines reportório cantado em castelhano e português, e ainda a galega Uxía Senlle, entre outros.
O desafio é então para concertos onde a música e a poesia se reúnem numa ode à amizade e aos lados intensos da vida.
No palco do Castelo medieval de Sines, Janita Salomé, o cantor e autor de alguns marcos da música portuguesa, estará acompanhado por seis músicos, companheiros de muitas caminhadas, como:
Mário Delgado, José Peixoto, Jorge Reis, Filipe Raposo, Yuri Daniel e José Salgueiro.
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Dez anos da Interfolk, dez anos de música folk
A propósito do décimo aniversário da revista «Interfolk», os seus responsáveis solicitaram a um leque de profissionais e aficionados, uma lista de 10 discos de folk editados entre 1998 e 2008.
Entre os convidados figuram Juan Antonio Vázquez e Araceli Tzigane, mentores de um interessante projecto intitulado Mapamundi Música que, actualmente, se consubstancia em áreas, como a da divulgação via rádio, imprensa e Internet; a da programação e promoção de concertos musicais de Músicas do Mundo em salas madrilenas; a da colaboração na organização de concertos, festivais e eventos relacionados com as Músicas do Mundo; a da promoção e produção de actividades de música em directo, a partir de um catálogo que inclui artistas latino-americanos, europeus, africanos, além dos que fazem parte da «nossa própria Peninsula Ibérica», como os próprios se referem a este grande pedaço de terra rodeado pelos oceanos Atlântico e Mediterrâneo.
Ora, é com esta perspectiva ibérica que, no programa dedicado à divulgação das suas escolhas (Mapamundi, 11/05/2009) , fomos encontrar «Vinho dos Amantes» de Janita Salomé, editado em 2007, pela Som Livre, mas hoje já sob licença da IPlay.
Os responsáveis pelo programa advertem para o facto de a ordem apresentada ser «a de audição», pelo que, «não tem qualquer significado quanto a preferências». Seja como for, apraz-nos aqui registar que, entre os dez trabalhos escolhidos de representantes de toda a Espanha, estão os dos portugueses Janita Salomé e Uxu Kalhus.
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No Forum Romeu Correia em Almada, Janita apresentou «Vinho dos Amantes».
Um vinho que se degusta e bebe com prazer...
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Janita celebra Dia dos Namorados a cantar
Janita vai estar amanhã a partir das 21 horas e 30 minutos, no Alandroal.
Para celebrar esta data dedicada às paixões, levará consigo temas do seu mais recente trabalho «Vinho dos Amantes» além de outras músicas que marcaram a sua carreira.
Em palco estará acompanhado pelo talentoso e jovem pianista Ruben Alves.
Sons da Fala - Mogadouro
Venham mais cinco
30 Agosto 2008
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Zeca Afonso
Troianas voltam ao palco
A Companhia Nacional de Bailado volta a dançar «As Troianas», cuja coreografia tem a assinatura de Olga Roriz e música original de Constança Capdeville, Janita Salomé e Vitorino.
A estreia absoluta teve lugar em 1985, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa.
«As Troianas», peça escrita no ano de 415 a.C., transporta-nos para o final da Guerra de Tróia, para o horror e para o drama da morte.
Entendida como um grito contra a guerra, esta tragédia de Eurípedes, tem como protagonistas as mulheres que sobreviveram à tomada de Tróia.
Mulheres fortes e heróicas, que neste trabalho de Olga Roriz são envolvidas pelos ritmos primordias de diferentes instrumentos de percussão. E, é da junção dos corpos com a música, que emanam os contornos da tragédia e se cumpre a transposição para a actualidade do drama da paixão e da morte, mas também da força e da esperança. Uma mensagem actual e intemporal, que chega do fundo do Tempo...
Ficha
Coreografia.: Olga Roriz
Música.: Constança Capdeville, Vitorino e Janita Salomé
Cenários e Figurinos.: Nuno Carinhas
Desenho de Luz.: Olga Roriz e Nuno Carinhas
Som.: Hugo Ribeiro e José Carvalho
Instrumentos.: Adufe, Bendir, Taar, Canas e Crótalos
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Sons da Fala - Festival Delta Tejo'08
Sons da Fala - O projecto que junta André Cabaço, Don Kikas, Guto Pires, Janita Salomé, Juka, Luanda Cozetti, Sérgio Godinho, Tito Paris e Vitorino, numa animada e movimentada «mostra» multicultural esteve no Delta Tejo.
Para um cheirinho do que por lá se passou, fica o clip de lançamento do CD, que recebeu o nome do projecto e está à venda com a chancela da Som Livre.
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Zeca Afonso
Cor da Língua - Tom de Festa'08

Poemas que se cantaram.
Canções que se declamaram.
Vozes e instrumentos que se cruzaram.
Empatias que se criaram.
Palavras, notas e sentires que se harmonizaram.
Foi assim, em Tondela, o espectáculo «Cor da língua» levado à cena pelo «Trigo Limpo Teatro ACERT», em que participaram Janita Salomé, César Prata e Julieta Silva, do grupo «Chuchurumel».
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Zeca Afonso

Já as 12 badaladas da Matriz soavam quando os primeiros acordes e a voz de José Rui Martins deram início a um espectáculo multicolor, ou melhor dizendo, culturalmente mestiço. Os temas declamados ou cantados escorriam como a água que brota da nascente e corre indolente para o mar.
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Zeca Afonso

Aos convidados deu-se-lhes o conteúdo a interpretar. «Embondeiro» e «Fronteira» juntaram todos em palco.
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Zeca Afonso
Janita cantaria ainda «Redondo Vocábulo» de Zeca Afonso, com o sentimento que sempre coloca nesta evocação ao companheiro de tantas estradas.
César e Julieta, do «Chuchurumel» escolheriam do seu álbum «Posta Restante», a carta em forma de canção «Deus te salve ó Rosa».
César e Julieta, do «Chuchurumel» escolheriam do seu álbum «Posta Restante», a carta em forma de canção «Deus te salve ó Rosa».
Por último, para memória futura, ficam as fotos gentilmente cedidas por Eduardo Araújo e «Embondeiro», um poema de Leite de Vasconcelos, musicado por Carlos Peninha.
EMBONDEIRO
Embondeiro solitário
corpo inchado de martírio
a quem levantas os braços
a quem rezas e que abraços
esperas da Madrugada?
Vidas da vida da selva
Vidas da vida da selva
actores de nuvem e erva
para quem vão vossos gritos
para quem os vossos ritos
de sangue de amor e raiva?
Vento do sul e do norte
Vento do sul e do norte
viajante vento forte
para onde levas os ais
qual o deus para quem vais
e que leis trazes na volta?
Poema: Leite de Vasconcelos
Música: Carlos Peninha
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Zeca Afonso
Janita Salomé conquista al público de Badajoz
Ayer, la voz formidable de Janita Salomé llenó el teatro López de Ayala de música embriagada de poesía y de ecos de la tradición musical popular portuguesa renovada bajo su inspirada lectura. Dio a un público entregado en casi dos horas una lección magistral de lo que este músico alentejano sabe hacer maravillosamente, en un espectáculo cuidadosamente medido, escenificado como una pieza dramática, sabiamente estructurado, para presentarnos su último trabajo, "O vinho dos amantes", donde se exalta la embriaguez de la amistad, del amor, de los placeres de la vida vividos con conocimiento e inteligencia.
El espectáculo se abrió con una invitación: "Embriagai-vos", un tema de "O vinho dos amantes" con letra de um poema de Charles Baudelaire y una melodía estremecedora tejida con la variedad de registros que su garganta, prodigiosa como pocas, alcanza.
Tras este prólogo, Janita comenzó con temas de un marcado tono urbano sin abandonar del todo las influencias de sonidos mediterráneos propias de su estilo. Poemas del griego Anacreonte, el chino Li-Bai, la portuguesa Hélia Correia o del propio Janita trenzaban los "louvores ao néctar dos deuses". En esta primera parte estuvo acompañado por cinco músicos de primera fila que emocionaron al público con sus interpretaciones, hasta llevarnos hasta una atmósfera más intimista en una segunda parte sólo con el piano de Ruben Alves.
Una tercera parte la dedicó el músico de Redondo a ofrecernos su versión de temas tradicionales de diferentes procedencias, unos de la Beira Norte, otros del sur del Alentejo, todos con la impronta común de pertenecer a zonas fronterizas, donde es frecuente encontrar rasgos comunes de ambos lados de la Raya.
Acabado el concierto, comenzó para sus amigos y admiradores un nuevo periplo músical por el casco antiguo de Badajoz, donde se puso en práctica hasta altas horas de la madrugada la solidaridad, la amistad, el placer de la compañía, de la charla, de la música y del vino.
En definitiva, un espectáculo de altísima calidad musical, vocal y poética el que Janita ofreció y que Badajoz tuvo el privilegio de disfrutar. Nuestra ciudad se convirtió anoche en la atalaya privilegiada que aproxima y difunde lo mejor de la cultura portuguesa, que difumina fronteras y rayas y estrecha lazos comunes.
Como prometieron el cantante y los organizadores, no será la única oportunidad de encuentro.
Voz: Janita Salomé
Piano/teclas: Ruben Alves
Guitarras: Mário Delgado
Baixo: Yuri Daniel
Percussões: Quim Né
Violino/Sax: Jorge Reis
A versão completa deste artigo pode ser lida em :
http://appex.blogspot.com/2008/01/janita-salom-conquista-badajoz.html
El espectáculo se abrió con una invitación: "Embriagai-vos", un tema de "O vinho dos amantes" con letra de um poema de Charles Baudelaire y una melodía estremecedora tejida con la variedad de registros que su garganta, prodigiosa como pocas, alcanza.
Tras este prólogo, Janita comenzó con temas de un marcado tono urbano sin abandonar del todo las influencias de sonidos mediterráneos propias de su estilo. Poemas del griego Anacreonte, el chino Li-Bai, la portuguesa Hélia Correia o del propio Janita trenzaban los "louvores ao néctar dos deuses". En esta primera parte estuvo acompañado por cinco músicos de primera fila que emocionaron al público con sus interpretaciones, hasta llevarnos hasta una atmósfera más intimista en una segunda parte sólo con el piano de Ruben Alves.
Una tercera parte la dedicó el músico de Redondo a ofrecernos su versión de temas tradicionales de diferentes procedencias, unos de la Beira Norte, otros del sur del Alentejo, todos con la impronta común de pertenecer a zonas fronterizas, donde es frecuente encontrar rasgos comunes de ambos lados de la Raya.
Acabado el concierto, comenzó para sus amigos y admiradores un nuevo periplo músical por el casco antiguo de Badajoz, donde se puso en práctica hasta altas horas de la madrugada la solidaridad, la amistad, el placer de la compañía, de la charla, de la música y del vino.
En definitiva, un espectáculo de altísima calidad musical, vocal y poética el que Janita ofreció y que Badajoz tuvo el privilegio de disfrutar. Nuestra ciudad se convirtió anoche en la atalaya privilegiada que aproxima y difunde lo mejor de la cultura portuguesa, que difumina fronteras y rayas y estrecha lazos comunes.
Como prometieron el cantante y los organizadores, no será la única oportunidad de encuentro.
Voz: Janita Salomé
Piano/teclas: Ruben Alves
Guitarras: Mário Delgado
Baixo: Yuri Daniel
Percussões: Quim Né
Violino/Sax: Jorge Reis
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Janita vai estar em Badajoz no dia 12 de Janeiro, para apresentar em terras de Espanha o seu mais recente trabalho discográfico, intitulado «Vinho dos Amantes».
Um excelente 2008
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Janita Salomé, Ricardo Dias, Ni Ferreirinha e Bruno Costa
«Escadinhas do alto» é um tema inspirado na sonoridade coimbrã, que integra «Vinho dos Amantes», o mais recente trabalho discográfico de Janita.
Na sua gravação e agora no passado dia 4 de Outubro, participaram Ricardo Dias, Ni Ferreirinha e Bruno Costa que, inesperadamente, decidiram presentear Janita e o público com os acordes deste tema, cujas palavras têm a assinatura do cantor e compositor.
Foi assim este momento em Coimbra, no dia 4 de Outubro, durante o espectáculo de beneficência, promovido pelo Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
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